20 de janeiro
Finalmente chegou o dia de conhecer o destino que sem dúvida mais sonhamos, o Tahiti! Em nossa Lua de Mel, nos idos anos de 2006 nós chegamos a cogitar. Fizemos planos, contas, mas no final, resolvemos deixar mais pra frente, pois se trata de um destino caro por definição. Tudo começa pela distância, pois fica muuuuito longe do Brasil. O caminho mais utilizado é pelo Chile, no sentido que às vezes esquecemos que é possível viajar. Pega-se um avião para Santiago, dorme-se uma noite por lá e no dia seguinte a viagem segue para Papeete com uma escala na Ilha de Páscoa. Papeete é a ilha principal do Tahiti. É uma ilha bem maior que as mais famosas como Bora a Bora por exemplo. Bom, mas fizemos diferente. Por uma conjuntura de fatores, tais como compras com milha, vontade de visitar amigos na terra do Tio Sam, etc., fizemos nossa viagem via EUA. Isso mesmo… pegamos um voo para Los Angeles com escala em Huston. Passamos uma noite por lá. Na verdade chegamos de manhã e aproveitamos pra comprar uma máquina fotográfica e assim dar uma turbinada nas fotos da viagem. No dia seguinte pegamos nosso voo. Neste voo para Papeete ocorreu algo sombrio. No meio do caminho fomos avisados que o avião retornaria para Los Angeles por conta de problemas técnicos. Como assim?! Pensei na hora: O que faz uma avião conseguir chegar nos Estados Unidos levando praticamente o mesmo tempo que levaria para chegar em nosso destino final? Será que tá acabando o combustível ou para o lado dos EUA o vento é a favor?? Eu não sou de ficar nervoso e realmente não fiquei, mas tinha gente se borrando dentro do avião. Pra encurtar a história, o avião pousou e depois de umas duas horas fomos avisados que um pássaro havia entrado na turbina e comprometeu o funcionamento da mesma, mas que tudo já havia sido reparado e partiríamos dali mais um pouco, na mesma aeronave! Como diz o Mano Brown (Racionais) “Fé em Deus e vai!”.
Finalmente chegamos em Papeete. De lá já tínhamos um voo comprado para Bora Bora, onde finalmente conheceríamos o Taiti de nossos sonhos. E logo de cara, BUM! O aeroporto fica numa pontinha da ilha onde de cara vemos aquele mar fora do normal, com colorações absurdamente fora do padrão das praias que estamos acostumados. Do aeroporto saem os barcos para os resorts que existem na ilha. Pegamos o barco e depois uma van nos deixou no nosso hotel.
Por falta de tempo ($$$) não ficamos nos bangalôs sobre a água. Pra quem tem dinheiro é um barato, inclusive nosso hotel tinha esse tipo de hospedagem, mas era mais que o dobro do nosso quarto, que em termos de conforto tinha o mesmo nível. É claro que não tínhamos um chão de vidro e tal e nosso café da manha não era trazido por uma canoa, mas tá valendo. O fundo do mar, gostamos de ver de pertinho, mergulhando e sentido a natureza viva e não por trás de um vidro como num aquário (êêêêê recalque). Poderíamos ficar todos os dias em nosso hotel, curtindo o prazer de não ter o que fazer em grande estilo. Como uma praia privada, café da manhã padrão 5 estrelas e restaurante pra as refeições. Mas não resistimos e fomos explorar a ilha de bike. Foi um rolé bem maneiro. Inclusive visitamos outras praias, mais desertas e ainda mais paradisíacas que a que estávamos frequentando. Um sonho mesmo!
O início do vídeo abaixo é em Los Angeles, logo após a compra das máquinas, em um passeio pela praia de Santa Mônica.

Flores decorando e perfumando o quarto. Aliás, flores são muito utilizadas por aqui.

Tupac representando no Tahiti. Quarto muito agradável, banheira, varanda com vista para o mar. Clima aconchegante

Flor do pequeno lago nos jardins do hotel

Restaurante do próprio hotel. Só casais nas mesinhas, clima de tranquilidade absoluta. Um sonho.

Mais uma no restaurante. Aguardando nosso prato.
22 de janeiro
Um local onde a visita é indispensável é o restaurante Bloody Mary’s. Logo na entrada podemos ver fotos de vários artistas de Hollywood dentre outras celebridades. O local em si é muito agradável com chão de areia e um clima aprazível. Passamos bons momentos por lá nos deliciando com Pinas Coladas e hambúrgueres feitos como churrasco.
O barato mesmo do Tahiti é curtir uma preguiçca. E fizemos muito isso na praia do nosso hotel

Umas duas vezes saímos caminhando pela ilha e a cada curva nos deparávamos com uma praia mais bonita que a outra.
E com não pode deixar de faltar em nossas viagens, pizza!

E pra fechar essa agradabilíssima estadia em tal lugar paradisíaco, segue um vídeo com trechos dos mergulhos que fizemos lá, com direito a diversos tubarões e arraiais voadoras.
23 de janeiro
Saindo de Bora Bora voltamos pra Papeete onde teríamos um dia completo antes do próximo destino (Nova Zelândia). Sendo assim partimos para explorar o interior desta ilha, que é a maior ilha da Polinésia Francesa. Papeete tem cara de cidade grande com estradas e tudo o mais. Nesta ilha nosso maior objetivo era conhecer Teahupoo, uma onda gigante que atrai surfistas do mundo inteiro. Para conhecer este point alugamos um carrinho e saímos rodando.
Infelizmente não estava na época de grandes ondas, então nos restou passear pelas redondezas. Pra quem nunca foi lá não espere nada além de muito verde e praias feias sem areia legal ou infraestrutura. O barato deste lugar está realmente no mar e em especial para quem curte se aventurar em ondas fora de qualquer padrão.
No dia 25 de janeiro partíamos para nosso próximo destino: a Nova Zelândia… Auckland.


















